Alan Zeichick | Estrategista de Conteúdo | 6 de setembro de 2024
Sistemas de backend para controle de estoque, recursos humanos e contabilidade. Aplicações de produtividade para criar emails, documentos e planilhas. Software voltado para o cliente, como site ou aplicativo móvel. Sistemas especializados para equipes de TI, designers gráficos, gerentes de projeto, executivos e caminhoneiros.
Como pode ver, é preciso muito código para administrar uma empresa moderna.
A maioria das aplicações das quais sua empresa depende provavelmente foi criada por fornecedores de software e é licenciada, muitas vezes em um modelo de software como serviço. Pense no Microsoft Office, Oracle NetSuite ou Adobe Photoshop. Outras foram escritas ou personalizadas de acordo com suas especificações, seja por equipes de desenvolvimento internas ou por prestadores de serviços. Esse segundo caso é o foco deste artigo.
O desenvolvimento de aplicações, ou AppDev, é o processo de projetar, criar, testar e implementar softwares. O desenvolvimento bem-sucedido de aplicações requer pessoas com diversas habilidades. Uma equipe de desenvolvimento de aplicações pode incluir programadores, engenheiros de software, arquitetos de software, designers de interface do usuário, testadores, especialistas em garantia de qualidade e gerentes de projeto.
Basicamente, o desenvolvimento de aplicações começa com um problema a ser resolvido ou uma oportunidade a ser aproveitada. Como todo software requer recursos para ser criado, implementado e mantido, deve haver uma boa probabilidade de que o benefício para o usuário seja igual ou maior que o custo. Depois que o caso de uso é definido, as organizações alocam recursos (dinheiro, pessoal e tempo) para o projeto de desenvolvimento, que geralmente segue um dos dois caminhos:
Desenvolvimento planejado. Todos os requisitos da aplicação são mapeados antecipadamente e aprovados por todas as partes interessadas. Em seguida, o software é arquitetado, projetado, testado e implementado para uso por funcionários ou clientes. Esse processo pode ser extremamente lento para grandes projetos, levando anos para ser concluído e, enquanto isso acontece, os requisitos mudam e as aplicações não são tão úteis quanto o esperado.
Desenvolvimento iterativo. Uma versão simplificada do software é projetada, construída e testada. Em seguida, ela é aprimorada incrementalmente, com novos recursos e funções adicionados em curtos períodos, geralmente levando apenas algumas semanas. As implementações acontecem com frequência. Essa abordagem, muitas vezes chamada de ágil, é mais flexível e pode gerar benefícios para os negócios de forma mais rápida, além de ser responsiva às mudanças nos requisitos.
Principais conclusões
O desenvolvimento de aplicações é mais do que simplesmente programar. Escrever código usando uma linguagem como Java, JavaScript, Python, Go, Rust ou SQL é apenas uma parte do processo. As equipes devem garantir que a aplicação suporte o caso de uso de negócios da organização, seja aumentando as vendas com um site atualizado, melhorando a eficiência operacional com uma aplicação que fornece insights em tempo real sobre o estoque ou aumentando a satisfação dos funcionários, permitindo que eles acessem holerites e solicitem folgas por meio de um portal de autoatendimento.
Os critérios de design são igualmente importantes, incluindo:
A responsabilidade por todos os itens acima é principalmente do arquiteto da aplicação, e esses requisitos devem ser compreendidos por toda a equipe de desenvolvimento.
Sem as aplicações, a maioria das empresas seria incapaz de realizar suas operações diárias. Para muitas, as aplicações são essenciais para a competitividade, e a capacidade de adquirir, personalizar e criar softwares rapidamente é fundamental para sua adaptação a mercados em constante mudança.
Em alguns casos, uma empresa pode usar softwares prontos para uso ou personalizar uma aplicação comercial, estendendo sua funcionalidade usando APIs (interfaces de programação de aplicações) ou SDKs (kits de desenvolvimento de software). Mas, às vezes, não existe uma aplicação comercial que atenda às suas necessidades ou que lide com a expertise ou propriedade intelectual exclusiva da sua empresa. É aí que as organizações que desenvolvem suas próprias aplicações conquistam uma vantagem competitiva.
O processo de desenvolvimento de aplicações requer muitas etapas e participantes, desde as partes interessadas e os defensores da empresa para iniciar e financiar o projeto até os especialistas técnicos para criar o software. Muitas ideias e, às vezes, prioridades conflitantes, precisam ser conciliadas para entregar aplicações que sejam seguras, funcionais e que agreguem valor ao negócio.
Por que criar um software? Existem dois motivos principais: porque faz parte da atividade principal da empresa ou porque beneficia os negócios da empresa.
Nem todas as aplicações são criadas da mesma maneira. Grandes projetos de desenvolvimento de software envolvem um processo formal que pode levar meses ou anos para entregar uma aplicação utilizável. Projetos menores podem ser concluídos em uma semana, ou em um dia. As partes interessadas do projeto trabalharão com a equipe de desenvolvimento técnico para determinar a melhor abordagem.
Low-code/no-code
Nem todas as aplicações exigem o esforço completo descrito acima. Lembre-se de algumas décadas atrás, quando usuários avançados, às vezes chamados de "desenvolvedores cidadãos", criavam macros sofisticadas em planilhas para resolver problemas de negócios. Mais recentemente, surgiu um tipo de desenvolvimento chamado low-code/no-code para permitir que os usuários corporativos criem aplicações usando ferramentas visuais que permitem usar fontes de dados, algoritmos e fluxos de trabalho específicos. Essas aplicações são executadas na nuvem e podem ser acessadas por funcionários, clientes ou outros parceiros. Frequentemente, essas aplicações no-code/low-code são executadas em um navegador da web padrão ou em um dispositivo móvel, como um telefone, tablet ou terminal.
A abordagem low-code/no-code oferece muitos benefícios, incluindo desenvolvimento e implementação muito mais rápidos, o modelo de segurança integrado da plataforma de hospedagem, custo consideravelmente mais baixo de construção e manutenção e, é claro, redução da necessidade de desenvolvedores de software profissionais, ao mesmo tempo em que capacita os funcionários. No entanto, os desenvolvedores profissionais também apreciam essas ferramentas para lidar com problemas mais simples que não exigem um projeto completo de desenvolvimento de aplicações.
Embora as aplicações low-code/no-code não possam rivalizar com a sofisticação de uma aplicação construída do zero por arquitetos, designers, codificadores e testadores, elas podem superar as personalizações de planilhas e oferecer uma interface sofisticada e fácil de usar apreciada por pessoas sem conhecimento de programação. Essas aplicações também podem ser usadas para integrar outras aplicações de forma pontual, perfeitas para lidar com problemas de curto prazo ou aproveitar oportunidades imediatas.
A natureza simplificada dessas ferramentas também é prática para programadores experientes. Confira o Oracle APEX para começar a desenvolver aplicações low-code.
Dispositivos Móveis
O desenvolvimento de aplicativos móveis envolve uma ampla gama de ferramentas, serviços e produtos para a criação e distribuição de aplicativos. O Google Android e o Apple iOS são as plataformas mais populares para aplicativos móveis e oferecem suporte a diversas ferramentas e metodologias de desenvolvimento. Os aplicativos móveis geralmente são projetados usando uma arquitetura de microsserviços, na qual o aplicativo é dividido em tarefas menores que se comunicam entre si.
Devido à onipresença dos dispositivos Android e iOS e à conectividade constante de celulares e tablets, muitas empresas adotaram os aplicativos móveis como uma maneira de atender tanto funcionários quanto clientes. No mundo corporativo, os funcionários usam aplicativos móveis para vendas, planejamento de recursos empresariais, autoatendimento de RH, segurança, controle de ponto, mensagens e muito mais. Embora muitos aplicativos móveis sejam criados por empresas especializadas, também é possível projetá-los, desenvolvê-los e implementá-los internamente para funcionários e clientes.
Banco de dados
As aplicações empresariais dependem de dados como transações de vendas, tabelas de preços de produtos, materiais de RH, emails, registros bancários, informações de contato de clientes e dados financeiros da empresa. O local mais eficiente para armazenar dados empresariais é um banco de dados, pois permite que sejam facilmente recuperados, pesquisados, atualizados, protegidos e analisados.
Tanto aplicações comerciais quanto personalizadas podem acessar bancos de dados por meio de linguagens de consulta altamente eficientes, formatos padrão de troca de dados e interfaces de programação robustas. No entanto, alguns bancos de dados de ponta, como o Oracle Database 23ai, podem executar aplicações diretamente no mecanismo do banco de dados, o que geralmente proporciona acesso rápido, seguro e robusto aos dados. As ferramentas de desenvolvimento podem direcionar essas aplicações para o próprio mecanismo do banco de dados, uma abordagem que oferece o benefício adicional de permitir que os administradores de banco de dados gerenciem e otimizem esses aplicativos após a implementação.
Microsserviços
As aplicações projetadas em uma arquitetura de microsserviços em nuvem tendem a ser fáceis de manter e implementar, além de serem muito robustas. Pode haver centenas ou milhares de pequenos microsserviços, cada um deles foi projetado para executar com eficiência uma única tarefa e se comunicar com outras aplicações ou microsserviços usando protocolos de comunicação simples.
Aplicações baseadas em microsserviços também são altamente escaláveis. O design e a arquitetura centrados na nuvem significam que, se um serviço específico for muito utilizado, a nuvem pode simplesmente criar e executar várias cópias conforme necessário automaticamente. Além disso, como cada microsserviço é focado em uma tarefa específica, eles são fáceis de projetar, codificar, testar e implementar.
A abordagem da equipe de desenvolvimento para construir uma aplicação é a metodologia. O termo inclui filosofias de design, abordagens de gerenciamento de projetos e interações entre a equipe de desenvolvimento, clientes e outras partes interessadas importantes. Às vezes, a metodologia define, ou pelo menos influencia, a decisão sobre as ferramentas técnicas que serão utilizadas pela equipe de desenvolvimento.
Independentemente da metodologia escolhida, existem duas verdades: o objetivo é sempre um projeto bem-sucedido e todos os envolvidos terão uma opinião. De modo geral, as metodologias modernas de desenvolvimento de software se dividem em duas categorias básicas: cascata e ágil.
Cascata
O desenvolvimento em cascata, também conhecido como modelo monolítico ou clássico, se concentra em uma progressão linear de etapas: reunir requisitos, projetar, codificar, testar, aprovar, implementar e manter. Cada etapa é executada minuciosamente e a próxima é realizada somente após a conclusão da anterior. Depois que uma etapa é concluída, raramente, ou nunca, ela é analisada novamente, o que significa que o desenvolvimento em cascata não consegue se adaptar a situações que mudam rapidamente ou às necessidades em evolução da empresa. Isso torna as abordagens em cascata mais adequadas para projetos que precisam funcionar corretamente desde o início, como o software utilizado em automóveis, usinas nucleares ou dispositivos médicos.
Ágil
O desenvolvimento ágil adota a abordagem oposta. O foco é a implementação rápida de aplicações, criando um produto mínimo viável (MVP) pequeno e, em seguida, realizando melhorias iterativas para adicionar novos recursos e funções, corrigir deficiências, aproveitar novas tecnologias e ideias e melhorar o desempenho.
Não existe uma metodologia ágil; na verdade, existem dezenas, cada uma com sua própria história, adeptos e finalidade. No caso do desenvolvimento orientado a testes (TDD), por exemplo, antes que os programadores criem um novo trecho de código, eles primeiro escrevem os testes automatizados que garantirão que o novo código funcione corretamente. Isso ajuda a garantir que todo o código seja testado antes de ser incorporado à iteração mais recente da aplicação.
A maioria das metodologias ágeis exige que cada iteração seja muito curta, geralmente com duração de apenas algumas semanas. Durante essas iterações, chamadas sprints, a equipe de desenvolvimento se concentra em adicionar recursos ou funcionalidades à aplicação.
Rápido
Às vezes, uma aplicação é conceitualmente fácil de projetar e implementar, como um aplicativo baseado em formulários, um gerador de relatórios ou uma ferramenta de consulta para um banco de dados. Nesses casos, um processo completo de desenvolvimento de aplicações, como o modelo em cascata ou ágil, pode ser desnecessário. É aí que entra o desenvolvimento rápido de aplicações, ou RAD. O RAD se enquadra na categoria ágil e é caracterizado por ferramentas fáceis de usar que permitem que uma equipe de desenvolvimento muito pequena, ou até mesmo uma única pessoa, crie uma interface de usuário, codifique a lógica interna e se conecte a fontes de dados corporativas.
Historicamente, o desenvolvimento RAD era usado para criar um modelo visual de uma aplicação desejada, para que os desenvolvedores e as partes interessadas pudessem chegar a um acordo sobre a aparência e a funcionalidade antes do início do esforço de programação “real”. Isso levou a outro termo para RAD: prototipagem rápida. No entanto, com o surgimento das ferramentas low-code e no-code, o desenvolvimento RAD provou ser útil para aplicações simples que podem ser construídas e implementadas com base apenas nesse protótipo rápido. Além disso, o tempo de desenvolvimento pode ser reduzido para alguns dias, o que deixa os usuários empresariais muito satisfeitos. Se uma aplicação pode ser construída com uma abordagem RAD, é melhor usá-la.
Principais diferenças
| Menor tempo de implementação. Com o desenvolvimento ágil, os funcionários ou clientes da organização podem começar a usar a aplicação antes que ela se torne complexa em termos de recursos. O método ágil é comum em aplicativos móveis, onde novos recursos são adicionados constantemente. | Requisitos rigorosos. Um modelo em cascata é preferível quando os requisitos são muito específicos e a aplicação não deve se desviar deles. Considere o software em um dispositivo médico, por exemplo, ou para sistemas de controle industrial. |
| Protótipos podem se tornar reais. Um processo de desenvolvimento rápido pode ser a melhor opção para aplicações simples. Com a abordagem RAD e ferramentas no-code/low-code, um desenvolvedor ou mesmo um usuário avançado pode criar e implementar um gerador de relatórios, uma interface móvel para um banco de dados ou um formulário para coleta de dados em dias, talvez em questão de horas. | Adaptável às necessidades em constante mudança. Com o desenvolvimento ágil, as alterações nos requisitos podem ser incorporadas em ciclos futuros simplesmente como um novo recurso. Talvez um aplicativo precise ser capaz de ser executado em um tablet portátil totalmente novo ou incorporar IA generativa. Esses recursos podem nem ter sido considerados quando a aplicação foi idealizada pela primeira vez. |
Confira três exemplos de diferentes aplicações empresariais construídas com metodologias específicas para melhor atender aos casos de uso.
As aplicações podem capacitar clientes e funcionários, expandir os negócios ou simplesmente resolver problemas. Dito isso, o desenvolvimento de aplicações também pode ser caro e exigir muitos recursos e, se o novo software apresentar falhas de segurança, pode representar um risco para a empresa e seus clientes. Confira algumas práticas que podem ajudar a minimizar os riscos e maximizar o sucesso.
A IA generativa está sendo usada para muitas tarefas orientadas a texto: resumir relatórios, escrever sonetos, redigir emails de atendimento ao cliente e tornar os chats mais contextuais. Acontece que ela também é útil para escrever código de software. Afinal, uma linguagem de programação é uma linguagem e, da perspectiva do software, não é muito diferente do inglês, espanhol ou mandarim.
Quando se trata de desenvolvimento de aplicações, a IA generativa é boa em traduzir a intenção escrita de um desenvolvedor, expressa em uma linguagem humana conversacional, em código completo e pronto para ser executado. Com base em experimentos iniciais, esse código gerado por IA é funcional, eficiente e seguro. Isso é mais evidente em partes do código que são entediantes de desenvolver, como o código de acesso ao banco de dados ou o texto padrão usado para configurar microsserviços.
Outra área em que a IA generativa pode ajudar os desenvolvedores é na análise de código escrito por humanos para procurar erros, identificar vulnerabilidades potenciais e apontar onde o programador não seguiu as melhores práticas. Espere que a assistência baseada em IA se torne um recurso padrão das principais ferramentas e plataformas de desenvolvimento de software.
O desenvolvimento de software é uma prática em constante evolução. Como mencionado, a IA generativa será de grande ajuda, liberando os desenvolvedores de tarefas maçantes. Ela se tornará um elemento essencial para o desenvolvimento de aplicações e será incorporada às principais ferramentas de desenvolvimento. Novas arquiteturas, como microsserviços, permitirão a criação rápida de aplicações, aproveitando uma abordagem modular. Porém, observamos outras tendências.
A segurança continua sendo uma prioridade. Os cibercriminosos continuarão ameaçando as organizações, portanto, as aplicações não só devem ser projetadas e construídas com foco em segurança, como também precisam ser atualizadas continuamente à medida que novas ferramentas de ataque surgem.
A mobilidade veio para ficar. Para muitas pessoas, o smartphone é o principal dispositivo de computação, o que significa que as organizações precisam estar preparadas para criar aplicativos móveis ou projetá-los para uso em navegadores móveis.
Democratização do desenvolvimento. Os funcionários continuarão exigindo ferramentas no-code/low-code que permitam desenvolver as próprias aplicações de forma rápida. Como incentivará isso sem prejudicar a qualidade ou a segurança?
A Oracle oferece uma ampla gama de ferramentas, serviços e plataformas de desenvolvimento que podem atender a qualquer projeto de desenvolvimento de aplicações. Além disso, a Oracle oferece a coleção mais completa do setor de aplicações de negócios prontas para uso, que podem ser personalizadas e integradas às suas próprias aplicações para atender às suas necessidades.
Onde implementar? A Oracle oferece a Oracle Cloud Infrastructure (OCI) de segunda geração, que possui os bancos de dados, serviços de desenvolvimento, serviços de integração e armazenamento de que você precisa. Esses recursos são complementados por serviços de rede, análise e inteligência de negócios, ferramentas low-code/no-code e novos serviços de IA que podem ser aproveitados pelas aplicações de negócios. Acrescente as ferramentas de segurança, conformidade e gerenciamento de custos de aplicações da Oracle, e você está pronto para começar.
Em comparação com outras nuvens, a Oracle oferece melhor custo-benefício, custos de armazenamento mais baixos e 48 regiões comerciais e governamentais no mundo todo para melhor atender às suas necessidades. Não está procurando a nuvem para o seu próximo projeto? Confira os sistemas on-premises da Oracle, incluindo a plataforma de banco de dados empresarial Oracle Exadata.
Você pode examinar a enorme variedade de tecnologias para desenvolvedores da Oracle e, em seguida, descobrir como criar, testar e implementar aplicações na Oracle Cloud gratuitamente.
Tanto os desenvolvedores quanto seus colegas de negócios podem se beneficiar de aplicações nativas da nuvem, projetadas especificamente para maximizar agilidade, escalabilidade e eficiência. Saiba mais e confira outras 10 maneiras pelas quais a nuvem está cada vez melhor.
O que um desenvolvedor de aplicações faz?
Um desenvolvedor de aplicações cria aplicações de negócios ou, mais precisamente, é membro de uma equipe que as desenvolve. Um desenvolvedor precisa ter habilidades técnicas, como conhecimento de metodologias ágeis, domínio de uma ou mais linguagens de programação, como Java, SQL, Python e JavaScript, e um amplo conhecimento de arquiteturas de software. As responsabilidades específicas podem incluir design arquitetônico, codificação, testes e depuração, design de interface do usuário, integração com banco de dados, elaboração de relatórios e manutenção de software.
Quais são as etapas do desenvolvimento de aplicações?
Existem oito etapas principais no desenvolvimento de aplicações; algumas delas podem ser realizadas em paralelo e, dependendo da metodologia, podem ser executadas de forma iterativa.